O curso de graduação de Jogos Digitais, oferecido pela Universidade Feevale, é referência no país. Criado em 2007, é o primeiro do país a desenvolver e lançar seu próprio game, intitulado de "Tormenta: O Desafio dos Deuses".
O coordenador João Batista Mossmann afirma que a imediata iniciação dos acadêmicos na atuação prática é um dos principais responsáveis pelo sucesso do curso e também um dos diferenciais em relação a outras universidades.
Em cada semestre há um projeto em equipe em que os estudantes executam um novo jogo do início ao fim.
Devido à sinergia conquistada nos projetos, são criadas várias "startups" - pequenas empresas formadas por grupos de alunos. Elas surgem durante o andamento das disciplinas e saem prontas para atender as necessidades do mercado.
Os alunos deixam a instituição com desejo de empreender. Aliando-se à carência de empreendedorismo do mercado, tal postura abre portas aos desenvolvedores de games, explica Mossmann.
Laboratório
Dois modernos laboratórios fazem parte da estrutura curricular. Um deles, que conta com dois funcionários e doze bolsistas, é voltado à iniciação científica. O outro, com cerca de 20 alunos, tem como foco o desenvolvimento comercial dos jogos e está disponível àqueles que não trabalham e querem colocar em prática seus conhecimentos.
Para o programador Vítor Valadares (esquerda), e para Richard da Silva (direita), designer, o que pesou na escolha pela Feevale foi a atenção do curso para o lado designer, enquanto outras universidades visam a programação.
Dois modernos laboratórios fazem parte da estrutura curricular. Um deles, que conta com dois funcionários e doze bolsistas, é voltado à iniciação científica. O outro, com cerca de 20 alunos, tem como foco o desenvolvimento comercial dos jogos e está disponível àqueles que não trabalham e querem colocar em prática seus conhecimentos.
Para o programador Vítor Valadares (esquerda), e para Richard da Silva (direita), designer, o que pesou na escolha pela Feevale foi a atenção do curso para o lado designer, enquanto outras universidades visam a programação.
Já o Prof. Dr. Cristiano Max Pereira, um dos implantadores dos Jogos Digitais na instituição, afirma que trabalhar criando desde o primeiro semestre faz com que o aluno aprenda com os erros. Também possibilita que aperfeiçoe os próprios projetos e tenha um compromisso com o game design. O professor cita a visão empreendedora do curso e acredita que esse é um dos maiores diferenciais. "Além das questões artísticas e de programação, ensinamos uma linha de gestão que traz aos alunos o conhecimento da indústria, negócio, postura profissional e modelos de empresas para se abrir, não limitando-se aos jogos", também diz.
Atualmente, o curso conta com cerca de 140 matriculados e é referência em criação e inovação no país. Mais informações no site https://www.feevale.br/ensino/graduacao/jogos-digitais.
Atualmente, o curso conta com cerca de 140 matriculados e é referência em criação e inovação no país. Mais informações no site https://www.feevale.br/ensino/graduacao/jogos-digitais.
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